6 de dezembro de 2014

um pouco disto e daquilo





Dançando na melodia dos verbos,
escrevo em memoria de quem já me quis,
e para quem possa vir a querer,
eu escrevo para ninguém
e ao msm tempo, para toda a gente ver
palavras fluem,
como se de agua tratasse...
Escrevo bem à toa,
é retórica sem classe…
é o que vivo,
o que sinto e quero…
tudo o que venero
e desespero…

Na corda bamba…
no fio da navalha,
Eu continuo,
Ate que mais nada me valha …

falando da “nova vaga”, Não quero que acabe ,
aquilo que nem se quer começou,
ganho impulso, salto pr o trampolim de esperanças ,
mas foi so 1 parafuso que se soltou ...

Essa atitude marcou!
Tou uma beca a nora,
E quando não te tenho na mira,
Minha motivação chora ...

E esse carisma ofuscou-me,
E aquele encosto tão a vontade,
As coisas que + aprecio são as que não têm preço,
Mas tu não sabes da missa à metade…

E o ditado insiste em dizer:
“Olha a presa é inimiga da perfeição”,
eu digo que não tenho tempo para esperar …
pq o tempo, é o meu inimigo de eleição !!!

sem margem para duvidas,
não dá para comprar, mt menos resgatar,
anda a velocidade que quer,
e não chega a chegar…

Na mnh cabeça, 2 unidades,
Um passado e um pseudo futuro,
Eu bem que tento ...
Mas acho que vou acabar por ir ao fundo ...
E vou andando assim..
Neste vai e vem de perguntas e porque’s
Desde que acordo ate que me deito
Mnh mente já andou + do que da minha casa ao marques
E eu nem sei se me vês…
Assim..desta maneira…
Uma maneira indefinida …
Quero dar-lhe um nome, 
mas nem sei o que lhe chamar ainda …

mente fértil
eu faço-o nos meus sonhos, se não chegar a ser real
de todas as formas,  tamanhos e cores
só e unicamente para meu mal ...

discuto comigo,
levo chapada do consciente,
queimo neurónios,
as vzs desisto pq não gosto de ser inconveniente.
mas mnh mente, mente!
mente-me a mim, a ti e ao outro,
aqueles e aquelas,
não matam,
mas deixam mazelas ...
efeito dominó,
atormenta-me as veias, os poros e células ...
não tenho cápsulas, nem controle
mas é assim que colecciono sensações incrédulas

curiosos distúrbios,
bipolaridade a atacar
tipo Fernando Pessoa,
heterónimos nunca me vão faltar...
meu labirinto é extenso e largo
e eu já não sei a quem invocar ........

continuo o jogo...
mesmo sem ter os dados,
espero e desespero,
tolerância elevada ao quadrado ... !

diagnóstico reservado...
manivela partida,
adrenalina por escalas,
aos poucos a minha utopia é invertida...

e como os mais antigos dizem : 
“Seja o que Deus quiser”,
E se não é como nós queremos ...
É porque não tem quer ser … !!!

10 comentários:

  1. Tudo acontece por alguma razão. Isso nem sempre é claro, mas depois vamos descobrir o porquê

    r: Muito obrigada :)

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  2. Não podia estar mais de acordo com as tuas palavras... O medo é mesmo o nosso pior inimigo!

    Bjxxx

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  3. Nã conhecia o teu blog, mas nossa tu escreves tão bem :o
    Amei, vou passar por cá mais vezes!!

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  4. Adorei esta parte: "eu digo que não tenho tempo para esperar … pq o tempo, é o meu inimigo de eleição !!!", mas todo o poema está muito giro. Escreves mesmo muito bem :)

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  5. meu deus que lindo! adorei o poema parabéns :o e a frase da imagem é bem verdade :)

    r: é um sonho cliché, mas é um bom sonho :)

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  6. Gostava de poder, com franqueza, teceu um bom comentário a esta tua bela composição. A Harmonia é encantadora e mais uma vez consegue sentir-se a emoção para lá dos emaranhados de palavras. Mas não estou apta para compreender a sua profundeza. Posso dizer que a poesia nunca foi o meu forte e embora aprecia a sua beleza, sou péssima a fazer interpretações. Ainda assim, felicito-te pela capacidade escrita.

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  7. Captas toda mi atención cuando escribes ;)
    Me gusto mucho este poema
    Un beso grande

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